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#NoMasBloqueo #SolidaridadVsBloqueo

Agressões contra Venezuela continuam

Venezuela quer relações de respeito no âmbito da igualdade, afirmou numerosas vezes o presidente Nicolás Maduro. Contudo, nos 18 anos de Revolução Bolivariana, o país tem sido alvo de constantes ataques de diferentes setores e dos sucessivos governos norte-americanos.

Sob a presidência de Maduro, essas agressões aumentaram e após as viperinas palavras de solidariedade ao povo venezuelano por supostas violações dos direitos humanos, Estados Unidos esconde sua intenção de atiçar o caos nesse país para propiciar uma intervenção e se apoderar de seus recursos.

Diversas são as formas e as estratégias para alcançar seu propósito: financiamento à oposição venezuelana, que lançou mão de atos violentos como os de 2014, quando morreram mais de 40 pessoas, e guerra econômica para desestabilizar o governo.

A moeda nacional, o bolívar, e ataques cibernéticos contra as instituições bancárias têm sido utilizados pela direita, apoiada pelos EUA, para criar confusao.

Recordemos, também, que Caracas denunciou, há dois anos, oficiais da Aviação do Exército, que eram financiados pelo governo norte-americano para que dessem golpe de Estado em três fases.

E não podemos esquecer o decreto do então presidente Barack Obama em março de 2015 segundo o qual Venezuela era uma ameaça para a segurança nacional dos Estados Unidos.

O decreto presidencial foi ampliado no ano passado e se incluiu o congelamento de bens de cidadãos venezuelanos nos EUA e sua proibição de entrada em território norte-americano.

Venezuela recebeu apoio unânime de mais de 160 países e organizações internacionais que reclamaram do presidente Obama a derrogação do mencionado decreto.

Agora, o vice-presidente venezuelanoTareck El Aissami foi incluido na lista de pessoas ligadas ao tráfico de drogas segundo o Escritório de Controle de Ativos dos EUA. Essas pessoas são punidas ao amparo da Lei de Designação de Chefes Estrangeiros do Narcotráfico.

As autoridades venezuelanas tacharam a nova agressão norte-americana, baseada na mentira e na difamação, de ilegal, ingerencista e inaudita.

O presidente Maduro assinalou que Washington castiga os países que mais combatem o cultivo de drogas e capturam traficantes de drogas, como a Venezuela. Nações com grandes produções de drogas não são punidas, observou o presidente venezuelano.

Desde que a DEA – Agência antidrogas dos EUA – saiu da Venezuela, em 2005, a média de captura de drogas aumentou a mais de 46 toneladas ao ano nesse país.

As agressões contra o povo e o governo legítimo venezuelanos não cessam. E o presidente Maduro insiste em que só os venezuelanos podem garantir a estabilidade da Venezuela deixando claro que a maioria dos cidadãos do país quer a paz, o diálogo e o trabalho para continuar aprofundando a Revolução Bolivariana que desde sua vitória mudou o rosto do país e o transformou em mais justo e equitativo.

Editado por Martha C. Moya
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